
O corpo pulsante
Geme a vontade contida
O suor que insiste em correr
No meu corpo não consegue
Gelar meu desejo
O cheiro de sexo que se anuncia
É solitário
Quase pungente
Espera o outro sexo
O suor d´outro corpo
A cadência d´outra vontade
O corpo que insiste
Em percorrer trilhas já visitadas
Esquece que sozinho
Simplesmente não entende da arte
Que sozinho não arde
Mas solitário
Quase violento
Busca superar
O insuperável
Geme
Agora de dor
Fiz forte
De forma quase implacável
À espera de apagar as tuas marcas
Do meu corpo
Mas ele não se esquece
Cobra-me a conta
Que me é cara por hora
Estou condenada
A seguir errante
E em cada êxtase de libertação
Lembrar-me cada vez mais
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